Capacidade de Inteligência Competitiva Educacional: Uma Estrutura Organizacional para Monitoramento Ambiental, Utilização da Inteligência e Apoio à Decisão Acadêmica
DOI:
https://doi.org/10.37497/eagleSustainable.v17i.1354Palavras-chave:
Inteligência competitiva educacional, Capacidade organizacional, Monitoramento Ambiental, Utilização da inteligência, Apoio à decisão acadêmica, Governança da inteligência, PISA 2018Resumo
Objetivo: Desenvolver e testar a inteligência competitiva educacional como uma capacidade organizacional que integra monitoramento ambiental, utilização da inteligência, governança e disseminação, e apoio à decisão acadêmica em escolas de B-S-J-Z.
Metodologia/Abordagem: O questionário escolar do PISA 2018 foi vinculado ao arquivo dos estudantes, abrangendo 361 escolas e 12.058 estudantes de Pequim, Xangai, Jiangsu e Zhejiang. Vinte e três práticas informadas pelos diretores compuseram conjuntos organizacionais orientados pela teoria. Foram aplicados modelos de mínimos quadrados ponderados, erros-padrão robustos, 1.000 reamostragens por escola, análises de sensibilidade e identificação de perfis de capacidade. Não foram utilizados painel de especialistas, processo Delphi, entrevistas ou instrumento de IC previamente validado.
Originalidade/Relevância: A proposta situa o ciclo de inteligência competitiva no nível organizacional da instituição educacional, incluindo planejamento, coleta, análise, disseminação, utilização, retorno, ética e apoio à decisão.
Principais Resultados: O monitoramento ambiental apresentou associação positiva com a utilização da inteligência (B = 0,481) e com o apoio à decisão acadêmica (B = 0,358). O efeito incremental da utilização sobre o apoio à decisão foi positivo, porém impreciso no modelo principal. Dois perfis organizacionais mostraram que práticas de monitoramento são mais difundidas do que alguns usos decisórios específicos.
Contribuições Teóricas/Metodológicas: O estudo diferencia disponibilidade de informação e capacidade decisória, trata os conjuntos de práticas como formativos e oferece uma operacionalização organizacional auditável. Os indicadores não são apresentados como índices oficiais do PISA, como uma escala validada de inteligência competitiva ou como evidência causal.
